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Sinpacel-RS comemora o 1º de Maio com Trabalhadores e aposentados

  • 9 de jul.
  • 2 min de leitura

No dia 2 de maio, sábado, a sede do Sinpacel-RS recebeu um grande número de sócios trabalhadores da ativa, aposentados da categoria e familiares para a comemoração do Dia do Trabalhador – 1º de Maio. Foi servido um delicioso churrasco, acompanhado da apresentação musical da banda gaúcha Dê-lhe Fole, proporcionando aos presentes um importante momento de confraternização e convívio social. Nos intervalos, houve sorteio de brindes.


Além da confraternização, não foi deixado de lado o significado da data para a classe trabalhadora. A reflexão foi conduzida pelo vice-presidente do Sindicato, João Caldas, e pelo presidente, Walter Fogaça.


O 1º de Maio, Dia do Trabalhador e da Trabalhadora, simboliza uma trajetória de lutas históricas que resultaram na redução da jornada de trabalho, na criação do 13º salário, no direito às férias, às licenças-maternidade e paternidade, na valorização das horas extras, entre tantas outras conquistas sociais. Esses avanços somente foram possíveis graças à organização da classe trabalhadora, por meio dos sindicatos, das federações e das centrais sindicais.



Também foi lembrado que a Constituição Federal de 1988 reduziu a jornada de trabalho de 48 para 44 horas semanais. No entanto, algumas categorias, como a dos papeleiros, já conquistaram a jornada de 40 horas semanais, desde 2006. Para que essa realidade seja ampliada às demais categorias, é necessária uma decisão do Congresso Nacional. Nesse contexto, destaca-se a campanha das organizações de trabalhadores pelo fim da escala 6x1, sem redução de salários. Felizmente, esse projeto entrou em discussão por iniciativa de deputados comprometidos com os trabalhadores e conta com o apoio do governo Lula. Agora, cabe ampliar a pressão sobre deputados e senadores para sua aprovação, especialmente por estarmos em um ano eleitoral.


Outra reflexão importante diz respeito à compreensão da política, pois, sem ela, as transformações não acontecem. Aqueles que, ingenuamente, se deixam distrair por questões superficiais muitas vezes não percebem que o poder econômico não deseja que os trabalhadores se organizem e façam prevalecer seus interesses.



É fundamental que a classe trabalhadora se reconheça como classe e saiba distinguir quem efetivamente está ao seu lado, defendendo um projeto de país que inclua a valorização dos trabalhadores na distribuição das riquezas produzidas pelo Estado brasileiro. Caso contrário, ainda teremos um longo caminho até alcançarmos uma verdadeira soberania e uma democracia plena em nosso Brasil.



 
 
 

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