Banco de horas proposto pela Santher é rejeitado.
- 13 de abr.
- 2 min de leitura

Decisão foi tomada após discussão entre os trabalhadores, em assembleia, que avaliaram os impactos da proposta nas condições de trabalho.
A empresa Santher apresentou uma proposta para a implementação de banco de horas em toda a fábrica. Para avaliar e deliberar sobre a proposta, foi realizada uma assembleia dos trabalhadores no dia 25 de fevereiro deste ano.
Durante a assembleia, o vice-presidente do SINPACEL, João Caldas, apresentou os principais pontos da proposta, destacando aspectos que poderiam prejudicar os trabalhadores. Entre eles, foi ressaltado que as horas de convocação extraordinária poderiam ser lançadas no banco de horas, o que representaria perda de direitos e insegurança quanto à jornada de trabalho.
Caldas também argumentou que a implementação do banco de horas no setor da produção não seria possível, uma vez que esse setor já é regido por acordo coletivo de trabalho referente aos turnos ininterruptos de revezamento. Esse acordo permite que os trabalhadores cumpram jornada de oito horas, em substituição às seis horas previstas constitucionalmente para esse tipo de turno.
Segundo o dirigente sindical, a celebração de um novo acordo que previsse a realização de horas extras poderia invalidar o acordo de turnos vigente, tornando inviável a aplicação do banco de horas no setor da produção.
Após os esclarecimentos e debates, os trabalhadores decidiram, por unanimidade, rejeitar a proposta de banco de horas apresentada pela empresa.
Decisão foi tomada após discussão entre os trabalhadores, em assembleia, que avaliaram os impactos da proposta nas condições de trabalho.
A empresa Santher apresentou uma proposta para a implementação de banco de horas em toda a fábrica. Para avaliar e deliberar sobre a proposta, foi realizada uma assembleia dos trabalhadores no dia 25 de fevereiro deste ano.
Durante a assembleia, o vice-presidente do SINPACEL, João Caldas, apresentou os principais pontos da proposta, destacando aspectos que poderiam prejudicar os trabalhadores. Entre eles, foi ressaltado que as horas de convocação extraordinária poderiam ser lançadas no banco de horas, o que representaria perda de direitos e insegurança quanto à jornada de trabalho.
Caldas também argumentou que a implementação do banco de horas no setor da produção não seria possível, uma vez que esse setor já é regido por acordo coletivo de trabalho referente aos turnos ininterruptos de revezamento. Esse acordo permite que os trabalhadores cumpram jornada de oito horas, em substituição às seis horas previstas constitucionalmente para esse tipo de turno.
Segundo o dirigente sindical, a celebração de um novo acordo que previsse a realização de horas extras poderia invalidar o acordo de turnos vigente, tornando inviável a aplicação do banco de horas no setor da produção.
Após os esclarecimentos e debates, os trabalhadores decidiram, por unanimidade, rejeitar a proposta de banco de horas apresentada pela empresa.




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